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Mulher segurando o celular realizando uma pesquisa

O que são insurtechs e quais são seus impactos no mercado de seguros

As insurtechs estão em plena expansão no Brasil, movimentando o tradicional mercado segurador com suas soluções inovadoras, ágeis e práticas. 

 

Para muitos especialistas, as insurtechs atendem uma tendência que cresce cada vez mais, a desburocratização da contratação dos serviços, oferecendo soluções mais simples e geralmente a custos menores, que pode ser um grande desafio para seguradoras tradicionais. 

 

Entenda como surgiu esse modelo de negócio e seus principais impactos para o futuro do mercado de seguros!

O que é uma insurtech?

O termo insurtech vem da união de duas  palavras em inglês insurance (seguro) + technologies (tecnologia), e como o próprio nome já dá a entender, são empresas que utilizam tecnologia para escalar rapidamente seus negócios. 

 

Atualmente, o Brasil é líder em número de insurtechs na América Latina. Um estudo da Latam Insurtech Journey mostrou que existem 129 empresas no Brasil, representando 32% do número no continente. 

 

Ainda segundo a pesquisa, essas insurtechs trabalham principalmente em 4 frentes:

  • Resolução de problemas de eficiência (47,8%).

  • Produtos e distribuição (31%).

  • Comparação (14,2%). 

  • Serviços adicionais (7,1%).

 

Desburocratizar processos, promover digitalização, e facilitar a contratação são alguns dos principais pilares que tornam as insurtechs tão disruptivas. 

 

Com o uso de tecnologias como Machine Learning, Big Data, Blockchain, essas empresas têm realizado mudanças significativas no mercado segurador, agregando inúmeros benefícios aos clientes, que agora contam com mais opções ao decidir por uma seguradora

Quais são os benefícios e diferenciais das insurtechs?

A adoção de novas tecnologias tem alavancado a experiência do consumidor com as marcas,  facilitando contratações, desenvolvimento de novos produtos,  com experiências facilitadas produzidas a partir de muitos insights colhidos com uso de dados . 

 

É inegável, agora as pessoas têm acesso a mais informações, fazendo com que elas possam ponderar mais sobre o que estão adquirindo para tomar decisões mais conscientes. 

 

E assim, a transformação digital é muito mais sobre o cliente: foco em oferecer a melhor experiência possível. E as insurtechs têm sido referência no assunto. 

 

Listamos alguns dos 4 principais diferenciais das insurtechs. Confira!

1 – Personalização

Entender o perfil do cliente faz com que as soluções sejam construídas exatamente de acordo com o que ele precisa. Nas insurtechs, as coberturas são personalizadas de acordo com o que é realmente necessário para cada pessoa, não  aumenta os custos, e fideliza o cliente . 

2 – Desburocratização

Os processos simplificados de contratação são apontados como maiores benefícios das insurtechs, por meio de aplicativo, sites, com informações claras e objetivas sobre todos os detalhes. 

 

Em seguradoras tradicionais, as contratações costumam ser mais longas, com diversos documentos e termos técnicos, uma desvantagem para quem busca mais agilidade.

3 – Praticidade

As insurtechs alcançam um público que já está habituado com a digitalização de processos, tudo pode ser feito ou consultado diretamente em um site, aplicativo, ou alguma outra plataforma digital que torne a contratação mais ágil.

 

Com conhecimento do comportamento do cliente, essas empresas utilizam tecnologia e métodos de marketing digital para atrair e cativar novos clientes, construindo uma usabilidade amigável em todas as etapas do processo, e realizando melhorias contínuas pelos insights recebidos. 

4 – Preços competitivos 

A flexibilidade que as insurtechs oferecem traz a possibilidade de oferecer preços mais atrativos  que as seguradoras tradicionais, principalmente pelo 1º motivo que citamos aqui: personalização. 

 

Se a empresa conhece profundamente seus clientes e hábitos, a cobertura é montada apenas com o que o consumidor precisa, geralmente, barateando o preço final do seguro. 

5 – Análise de dados

Como empresas nativas digitais, as insurtechs tem uma excelente capacidade de lidar com dados e saber como usá-los para realizar melhorias. Essas informações são direcionadas para estudo do consumidor, soluções personalizadas, e insights para melhorias contínuas.

Entenda os impactos das insurtechs no mercado tradicional segurador

O impacto da chegada das insurtechs é visível no mercado segurador, muitas empresas tradicionais tiveram que se adaptar,  muitas tiveram que se transformar digitalmente para não se tornarem obsoletas. 

 

Especialistas do setor afirmam que a mudança do comportamento do consumidor é o principal “incentivador” da transformação, com os consumidores mais conectados e atualizados sobre tecnologia, a busca por mais comodidade e facilidade no atendimento e contratação de serviços só cresce. 

 

O uso de produtos digitais também têm agradado os consumidores, que enxergam em aplicativos a possibilidade de realizar processos sem sair de casa, como é o caso da vistoria digital. 

 

Olhar mais para o usuário e menos para o produto, talvez seja o maior aprendizado que as insurtechs ensinam, orientando todos os processos e soluções para experiências. 

 

E quando falamos em colocar o consumidor no centro das decisões, falamos também em clareza no contrato, contratações mais ágeis e sem burocracias, e pontos como os que citamos acima que fazem a insurtechs serem destaques no setor.

Saiba quais são os principais desafios das insurtechs

Com um modelo de negócio relativamente novo, potencializado ainda no século XXI, as insurtechs ainda enfrentam diversos desafios para garantir estabilidade e confiança nos mais céticos em relação à tecnologia para serviços essenciais. 

 

Um dos principais desafios é, sem dúvida, a regulamentação de seguros no Brasil. Apesar da atuação ser contemplada pela legislação nacional, como consta em documentos como a Resolução nº 359/2017, aprovada pelo Conselho Nacional de Seguros, as empresas ainda precisam atender muitas exigências legais. 

 

Essas exigências fazem com que muitas insurtechs tenham seu funcionamento condicionado a seguradoras tradicionais parceiras, pois são elas que administram a subscrição e gerenciam os riscos do sinistro.

 

Mas as empresas não desanimam! A previsão de investimentos em insurtechs no Brasil é de  que nos próximos três anos chegue em até US$ 1,5 bilhão. 

 

Em uma entrevista para a Revista Apólice, Gonzalo Geijo, Regional Sales Director da Charles Taylor disse, “hoje em dia há uma abertura maior por parte dos altos executivos, já que a pandemia, além de mudar sua mentalidade ao motivá-los a reinventar as maneiras de alcançar os resultados, os levou a formar equipes com talentos digitais nativos, que facilita a adaptação às novas tendências”, afirma ele. 

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