fbpx

Infocar

Blog

pessoa segurando o celular enquanto toma um café olhando um conteúdo sobre seguros

Brasil é líder em número de insurtechs na América Latina

O Brasil tem chamado atenção no mercado “tech” por seu rápido crescimento em vários segmentos, principalmente na área de serviços essenciais, como o segurador. 

 

As insurtechs nasceram com o propósito de desburocratizar e facilitar o acesso a seguros, e dentro do mercado brasileiro tem encontrado um imenso potencial de oportunidade para inovar.

Panorama das insurtechs no Brasil

Um estudo chamado Latam Insurtech Journey, publicado em 2021, apontou que a América Latina possui 352 insurtechs, e 129 são localizadas no Brasil, representando um total de 32%.

Mapa das insurtechs no brasil

O recorte desse número traz informações ainda mais animadoras para o mercado brasileiro: 51% são dedicados a serviços aos consumidores. 

 

É impossível não citar a pandemia de COVID-19 como um grande motivo de aceleração da transformação digital de seguradoras tradicionais e impulsionamento das insurtechs que já ofereciam soluções totalmente digitais. Somente em 2020, o investimento cresceu 98% em relação a 2019, e estima-se que o número tenha triplicado quando comparamos 2021 com o ano anterior.

gráfico de crescimento das startups

Mas o que faz esse crescimento ser tão rápido no Brasil?

Não existe uma única resposta para essa pergunta, uma combinação de fatores faz com que o Brasil seja foco de investimento no mercado de insurtechs. O volume de investimentos feito pelos fundos de capital de risco vem crescendo cada vez mais, chegando a US$ 318 milhões em 2021. 

 

Um dos motivos desse crescimento é a mudança no comportamento do consumidor, que apesar de não ser exclusivo no brasil, afeta a forma como consumimos serviços, principalmente em mercados que costumam ter soluções mais burocráticas. 

 

A atenção que o Brasil tem atraído de investidores internacionais também têm sido bastante positivo, estima-se que desde 2016 o número de negócios de mais de US$ 100 milhões por fundo americanas cresceu 800%, segundo o Wall Street Journal (FONTE: Remessa Online). 

 

Outro grande incentivador da fomentação de insurtechs no Brasil é o Sandbox regulatório da Susep, um “ambiente experimental feito para possibilitar a implantação de projetos inovadores que apresentem produtos e/ou serviços a serem ofertados no âmbito do mercado de seguros”, é o que diz o próprio site da Susep. Sob a supervisão do órgão, as empresas participantes podem testar serviços, produtos e novas maneiras de prestar serviços já tradicionais.

E as insurtechs veiculares?

O termo “insurtech” contempla um imenso leque de segmentos de seguradoras, e um deles é o especializado em transformar os serviços prestados para o mercado veicular. 

 

A burocracia e a morosidade na cotação de um seguro tradicional fazem com que seja criado uma resistência ao realizar a contração, mas facilidade de cotar apenas digitando a placa do veículo, por exemplo, brilha os olhos dos consumidores que buscam mais facilidade e transparência no momento da contratação. 

 

Até um processo padrão, como a vistoria, atualmente pode ser digitalizado, feito totalmente à distância por meio de aplicativos. Facilita para o cliente, que quer receber o contrato o mais rápido possível, e para a seguradora que economiza tempo e dinheiro e pode escolher exatamente o que vai avaliar. 

 

Leia também: Infovist, vistoria veicular à distância e totalmente personalizável

 

Especialistas apontam que o futuro das seguradoras veiculares, seja tradicional ou insurtech, não poderia ser outro: entenda o seu cliente e ofereça o serviço mais personalizado possível. 

 

Mas o que esses consumidores exigem, exatamente? Entenda.

 

  • Contratar bons planos sem pagar preços abusivos.

  • Pouca, ou nada, de burocracia. 

  • Transparência. 

  • Personalização. 

O que esperar para o futuro das insurtechs no Brasil

As interfaces simples de utilizar, ominicalidade, e valores justos abrem um largo caminho para o crescimento das insurtechs no país, tornando-se fundamentais no ecossistema segurador. 


Espera-se que o mercado global de insurtechs valerá US$ 119,4 bilhões até 2027, segundo a consultoria Valuates Reports. No Brasil, até novembro de 2021 foram feitas 677 rodadas de investimento que somaram US$ 8,85 bilhões, se comparar com os US$ 3,65 bilhões de 2020, é um número muito expressivo. 


Para o fortalecimento desse modelo de negócio, a tecnologia é a maior e melhor aliada, trazendo o uso de inteligência artificial para análises de riscos, de perfis, auxiliar na precificação do processo, podemos apostar também na digitalização de processos trazendo mais personalização para a jornada do consumidor, e claro, uma desburocratização cada vez maior gerando propostas mais objetivas, atendimento descentralizado e tudo feito por meio de um site, aplicativo, ou qualquer outra plataforma digital.

Compartilhe este artigo

Share on twitter
Share on facebook
Share on telegram