Como otimizar o processo de precificação das máquinas agrícolas em seu consórcio

Por Infocar Tecnologia • 23 de fevereiro de 2026 

Hoje, muitos consórcios e operações do setor automotivo que expandem para máquinas agrícolas ainda precificam equipamentos com base em referências médias, percepção visual e negociação histórica. Entretanto, esse modelo gera distorções porque o mercado agro possui variáveis muito mais complexas, como: uso severo, acessórios sem identificação padronizada e ausência de bases oficiais completas. 

Além disso, desde 2022 existe referência da Tabela FIPE para máquinas agrícolas. Porém, mesmo assim, ela não cobre todo o mercado e não resolve sozinha o desafio da precificação real. 

Isso significa risco direto para consórcios: 

  • Superavaliar máquinas e perder margem; 
  • Subavaliar e perder competitividade; 
  • Aceitar equipamentos com risco operacional oculto; 
  • Não identificar fraudes ou inconsistências documentais; 
  • Trabalhar sem visibilidade real da vida útil do ativo. 

E o problema aumenta porque o agro vive um ciclo de renovação acelerado. 

Mais de 50% da frota agrícola brasileira tem mais de 15 anos de uso.  Além disso, existe projeção de crescimento relevante até 2030.  

A resposta está na combinação entre: 

  • Referências de mercado; 
  • Dados técnicos e vistoria especializada; 
  • Inteligência de dados aplicada; 
  • Mesa de análise humana especializada; 
  • Rastreabilidade documental e física. 

Ou seja: transformar precificação em processo analítico, e não apenas comercial. 

O cenário atual da precificação de máquinas agrícolas no Brasil 

A entrada da tabela FIPE para máquinas agrícolas em agosto de 2022 foi um divisor de águas. Ela passou a fornecer referência média nacional para tratores e colheitadeiras usadas de algumas marcas.  

Inicialmente, a base contemplava cerca de: 

  • 177 modelos de tratores; 
  • 64 modelos de colheitadeiras; 
  • Total aproximado de 241 modelos monitorados. 

Entretanto, é fundamental entender: a FIPE é apenas referência média. 

O próprio sistema reconhece que os preços variam conforme: 

  • Região; 
  • Conservação; 
  • Intensidade de uso; 
  • Acessórios; 
  • Oferta e demanda; 

Na prática, isso significa que duas máquinas idênticas no papel podem ter diferenças relevantes no valor real de mercado. 

Por que consórcios do setor automotivo precisam adaptar o modelo de precificação ao agro 

O mercado agro é muito diferente do automotivo tradicional. 

Historicamente, o Brasil produziu milhões de equipamentos agrícolas e rodoviários ao longo das últimas décadas, formando um parque extremamente heterogêneo.  

Além disso: 

  • A mecanização cresceu fortemente; 
  • A frota envelheceu; 
  • O ciclo de troca ainda é longo (especialmente tratores). 

Mais de 50% dos tratores têm mais de 15 anos de uso. E há previsões para que o mercado cresça até 2030. As expectativas é chegar a cerca de 1,8 milhão de máquinas.  

Isso significa: 

  • Mais ativos circulando; 
  • Mais negociações; 
  • Mais consórcios entrando no agro; 
  • Mais risco de erro de precificação. 

Mercado agro: dados que mostram o tamanho da oportunidade 

Para entender por que a precificação de máquinas agrícolas se tornou estratégica para consórcios e operações do setor automotivo, é preciso olhar para os dados estruturais do agro brasileiro. Afinal, não estamos falando de um nicho pequeno, estamos falando de um mercado com base instalada milionária, ciclo de renovação ativo e crescimento projetado para os próximos anos. 

Segundo a ANFAVEA, a produção acumulada de máquinas agrícolas e rodoviárias no Brasil, entre 1960 e 2020, chegou a aproximadamente 2,81 milhões de unidades. Esse número revela algo importante: o parque de máquinas brasileiro é amplo, diverso e envelhecido, o que, consequentemente, gera um enorme mercado secundário. 

Além disso, quando analisamos as vendas internas no atacado, os dados mostram resiliência mesmo em momentos desafiadores. Em 2019, foram comercializadas cerca de 43.855 unidades. Já em 2020, mesmo com o impacto da pandemia, o número subiu para aproximadamente 47.163 unidades. Ou seja, houve crescimento mesmo em um cenário econômico adverso. 

Mais recentemente, o mercado segue aquecido. Em 2024, o total de vendas internas no atacado de tratores e colheitadeiras atingiu 48.897 unidades, sendo: 

  • 45.609 tratores; 
  • 3.288 colheitadeiras. 

Esse volume reforça que existe liquidez no setor — e onde há liquidez, há necessidade de avaliação precisa. 

Uma frota envelhecida que impulsiona a renovação 

Outro ponto crítico é o envelhecimento da frota. 

Estudos setoriais indicam que: 

  • Mais de 50% dos equipamentos, em peso, têm mais de 15 anos 
  • Idade média dos tratores: 18 anos 
  • Idade média das colheitadeiras: 10 anos 
  • Idade média dos pulverizadores: 8 anos 

Além disso, segundo o Agro Estadão, produtores com frota média de 15 anos buscam renovação até 2027. Isso significa que estamos diante de um ciclo de substituição já em curso. 

Portanto, existe uma demanda reprimida por modernização. Aumentando assim o volume de máquinas usadas entrando no mercado, seja por venda direta, financiamento, consórcio ou leilão. 

Projeções até 2030: crescimento consistente 

As projeções indicam que até 2030 a frota brasileira pode alcançar 1,8 milhão de unidades, com crescimento estimado de cerca de 9,1%. Isso mostra expansão estrutural do setor. 

Além disso, cerca de 55% dos produtores desejam adquirir máquinas novas até 2027. Esse dado é extremamente relevante porque indica: 

  • Renovação acelerada; 
  • Entrada de ativos usados no mercado secundário; 
  • Aumento de negociações intermediadas por consórcios e financiadoras. 

Logo, quem opera com crédito ou consórcio precisa estar preparado para avaliar ativos com precisão. 

Crescimento do mercado de leilões agrícolas 

Outro indicador importante vem do mercado de leilões. 

Segundo dados divulgados pelo Portal do Agronegócio com base em levantamento da SOLD, o número de leilões voltados ao agronegócio apresentou crescimento relevante em 2025, com projeção de continuidade. 

Mais de 11 mil ativos agrícolas foram comercializados em 2025, representando crescimento de cerca de 10% em relação ao ano anterior. Além disso, o valor geral de vendas subiu aproximadamente 15%. 

Entre os ativos mais negociados estão: 

  • Tratores agrícolas (51%) 
  • Plantadeiras (16%) 
  • Colheitadeiras (13,5%) 

Ou seja, o mercado secundário está aquecido, e crescendo não apenas em volume, mas também em valor financeiro movimentado. 

Mas vale ressaltar que esse é um dos maiores gaps do mercado: Não existe base oficial completa de leilões agrícolas. Sendo assim, essa informação só é rastreável caso apareça na documentação. 

Oportunidade para consórcios e setor automotivo 

Agora conectando ao seu público estratégico: 

Se existe: 

  • Frota envelhecida; 
  • Renovação em curso; 
  • Mercado secundário aquecido; 
  • Crescimento projetado até 2030; 
  • Aumento no volume de leilões. 

Então existe uma oportunidade clara para consórcios que dominam precificação no setor automotivo aplicarem metodologia técnica ao agro. Segundo a ABAC, no setor de veículos pesados 51,0% de consorciados eram de máquinas agrícolas. Isso reforça cada vez mais a necessidade de uma precificação mais precisa. 

Entretanto, diferente dos veículos leves, o agro apresenta: 

  • Variáveis regionais mais intensas; 
  • Falta de base oficial consolidada de leilões; 
  • Ausência de identificação padronizada para implementos; 
  • Alta variação por intensidade de uso. 

Portanto, o tamanho da oportunidade está diretamente ligado à capacidade de precificar com inteligência. 

O papel da inteligência de dados na precificação moderna 

A precificação moderna deixou de ser uma simples comparação com valores médios de mercado. Hoje, especialmente no contexto de máquinas agrícolas, ela depende da capacidade de cruzar múltiplas camadas de informação para transformar dados dispersos em decisão estratégica. 

Inteligência de dados, nesse cenário, significa integrar referências públicas, informações técnicas, histórico operacional e análise de risco em um único fluxo estruturado. Ou seja, não se trata apenas de “consultar preço”, mas de interpretar contexto. 

Da média estatística ao valor real 

Ferramentas como a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) oferecem uma base importante ao apresentar valores médios nacionais. No entanto, a média não reflete necessariamente o valor real de uma máquina específica. 

A inteligência de dados atua justamente nesse ponto: ela contextualiza a média. Por exemplo: 

  • Ajusta a referência conforme a região; 
  • Considera a intensidade de uso; 
  • Avalia conservação técnica; 
  • Cruza informações documentais; 
  • Identifica incoerências ou riscos. 

Assim, em vez de trabalhar com uma estimativa genérica, o consórcio passa a trabalhar com um valor fundamentado em evidências. 

Integração de múltiplas fontes 

Uma precificação robusta depende da consolidação de diferentes tipos de dados: 

  1. Dados de mercado: Referências como FIPE, histórico de negociações e tendências regionais. Além disso, essas informações ajudam a compreender o comportamento médio de preços e as oscilações do setor. 
  2. Dados técnicos: Informações provenientes de vistoria física e análise especializada. Dessa forma, é possível avaliar a condição real do equipamento e identificar desgastes ou inconsistências.
  3. Dados documentais: Conferência de autenticidade, titularidade e coerência do ativo. Sendo assim, essa etapa reduz riscos jurídicos e problemas futuros na operação.
  4. Dados comportamentais de mercado: Movimento de leilões, liquidez e variações sazonais. Assim, a tomada de decisão se torna mais estratégica e alinhada às dinâmicas reais do mercado.

Quando essas camadas são analisadas isoladamente, a margem de erro é alta. Entretanto, quando integradas em um modelo analítico, a precisão aumenta significativamente. 

Redução de assimetria de informação 

Um dos maiores desafios no agro é a assimetria de informação. Muitas vezes, o vendedor conhece o histórico real da máquina — desgaste, manutenções, uso severo — enquanto o comprador ou financiador não possui a mesma visibilidade. 

A inteligência de dados reduz essa diferença porque: 

  • Estrutura critérios objetivos de avaliação; 
  • Padroniza análise técnica; 
  • Cria parâmetros comparáveis; 
  • Minimiza decisões baseadas apenas em percepção. 

Consequentemente, o processo se torna mais transparente e menos dependente de negociação subjetiva. 

Antecipação de risco e não apenas reação 

Outro ponto relevante é que a precificação moderna não atua apenas para definir valor — ela também antecipa risco. 

Ao cruzar dados técnicos e documentais, é possível: 

  • Identificar inconsistências; 
  • Detectar possíveis fraudes; 
  • Avaliar risco operacional do ativo; 
  • Sinalizar necessidade de ajuste contratual. 

Portanto, a inteligência de dados transforma a precificação em ferramenta de gestão de risco, especialmente importante para consórcios que assumem exposição financeira. 

Padronização com flexibilidade estratégica 

Embora a análise seja baseada em critérios técnicos, ela não precisa ser engessada. Pelo contrário, a inteligência de dados permite personalização. 

Por exemplo, diferentes consórcios podem: 

  • Definir limites de aceitação; 
  • Criar critérios próprios de elegibilidade; 
  • Ajustar tolerâncias conforme perfil de cliente; 
  • Estabelecer políticas internas de risco. 

Assim, o sistema mantém consistência metodológica, mas respeita estratégia comercial. 

A precificação de máquinas agrícolas exige muito mais do que uma referência média de mercado. Ela exige método, rastreabilidade, análise técnica especializada e, principalmente, credibilidade. É exatamente nesse ponto que a Infocar se posiciona. 

Como a Infocar contribui para a precificação de máquinas agrícolas 

Com 25 anos de atuação no mercado de dados veiculares, a Infocar construiu autoridade nacional em análise de histórico, inteligência de dados e apoio à tomada de decisão para seguradoras, bancos, financeiras e consórcios. Ao longo desse período, a empresa desenvolveu metodologias que reduziram riscos, aumentaram a previsibilidade e trouxeram mais governança às operações automotivas.

Além disso, essa experiência consolidada permitiu aprimorar processos analíticos e elevar o nível de segurança nas decisões estratégicas. Por isso, essa mesma expertise foi aplicada ao agro, adaptando metodologias e inteligência de dados às particularidades do mercado de máquinas agrícolas. Dessa forma, o setor passa a contar com uma abordagem técnica, estruturada e orientada por evidências.

Portanto, quando falamos em precificação de máquinas agrícolas, não estamos tratando apenas de um produto, mas da aplicação de uma inteligência consolidada ao contexto do agronegócio. 

Avaliação técnica estruturada com o Infovist 

A Infocar atua na precificação por meio do Infovist com mesa de análise especializada, um modelo híbrido que combina tecnologia e avaliação humana. 

O processo envolve: 

  • Vistoria Digital técnica com critérios personalizados; 
  • Pesquisa estruturada de fontes de mercado; 
  • Análise documental; 
  • Conferência de rastreabilidade; 
  • Precificação mais apurada com os valores do mercado no momento da vistoria; 
  • Registro detalhado de observações técnicas. 

Além disso, o retorno ocorre em até 2 horas e frequentemente tem feito em um prazo inferior, mas sem perder a qualidade. Isso significa que o consórcio consegue manter agilidade operacional sem renunciar à profundidade analítica. 

Outro diferencial importante é a personalização. Assim como no setor automotivo, os critérios da vistoria podem ser ajustados conforme a política de risco do cliente. Consequentemente, o processo deixa de ser genérico e passa a refletir a estratégia da operação. 

Diferença crítica: observação vs. depreciação automática 

Um dos erros mais comuns no mercado é aplicar depreciações automáticas quando há indicativo de passagem por leilão ou uso intenso. Entretanto, no segmento agrícola, essa prática pode distorcer o valor real do ativo. 

A Infocar adota uma postura técnica e neutra: 

  • Se houver indício rastreável de passagem por leilão, isso é registrado como observação técnica. 
  • Caso o critério do cliente exija, a vistoria pode ser negada. 
  • Porém, não há aplicação automática de depreciação no valor da máquina. 

Essa diferença é fundamental. 

Enquanto a depreciação automática pressupõe penalização padronizada, a observação técnica preserva a análise contextual. Ou seja, a decisão final permanece estratégica e alinhada à política do consórcio. 

Além disso, como não existe base oficial consolidada de leilões agrícolas no Brasil, qualquer depreciação automática poderia gerar distorções ou injustiças comerciais. Portanto, o modelo da Infocar prioriza transparência e neutralidade técnica. 

Combate a fraudes na precificação agrícola 

Outro pilar central é o combate à fraude. 

O mercado agrícola apresenta particularidades que aumentam a exposição ao risco: 

  • Documentação inconsistente; 
  • Divergência entre número físico e registro; 
  • Componentes substituídos sem atualização documental; 
  • Histórico de propriedade pouco rastreável. 

A mesa de análise atua justamente para mitigar esses riscos. 

O processo inclui: 

  • Conferência da rastreabilidade do equipamento; 
  • Verificação de coerência entre documento e máquina física; 
  • Checagem de inconsistências técnicas; 
  • Reconhecimento facial validado com sucesso; 
  • Avaliação de indícios de irregularidade. 

Esse trabalho não é automatizado de forma cega. Pelo contrário, ele envolve análise humana especializada: um diferencial importante em um mercado onde muitos ativos possuem histórico fragmentado. 

Dessa forma, o consórcio não apenas precifica melhor, mas reduz significativamente o risco de assumir um ativo problemático. 

Limitação estrutural do mercado agrícola (e como contornar) 

Existe uma limitação estrutural importante no agro: a ausência de padronização de identificação para implementos e acessórios. 

Diferente do setor automotivo, onde o veículo possui número de chassi único e rastreável, muitos implementos agrícolas: 

  • Não possuem numeração padronizada; 
  • Não têm base oficial de consulta; 
  • São negociados separadamente; 
  • Sofrem modificações ao longo do tempo. 

Isso cria um desafio direto na precificação. 

A Infocar contorna essa limitação ao estabelecer uma regra clara: a precificação técnica é focada na máquina principal. Implementos e acessórios sem identificação rastreável não entram automaticamente na composição de valor. 

Entretanto, quando necessário, podem ser descritos em observação técnica para que o cliente avalie estrategicamente. 

Essa abordagem evita superavaliação indevida e, ao mesmo tempo, mantém o processo transparente e auditável. 

Credibilidade construída ao longo de 25 anos 

A experiência acumulada pela Infocar no setor automotivo é um diferencial competitivo decisivo no agro. 

Ao longo de 25 anos, a empresa desenvolveu: 

  • Metodologias antifraude consolidadas; 
  • Estrutura robusta de análise de dados; 
  • Processos auditáveis; 
  • Integração com grandes players do mercado. 

Essa trajetória garante algo essencial na precificação: confiança. 

Porque, no fim, precificar é assumir risco. E risco exige base técnica sólida. 

Valor estratégico para consórcios e setor automotivo 

Para consórcios que estão expandindo para o agro, o modelo da Infocar oferece: 

  • Padronização com flexibilidade; 
  • Análise técnica contextualizada; 
  • Redução de assimetria de informação; 
  • Agilidade operacional. 
  • Governança e rastreabilidade. 

Portanto, a contribuição vai além da definição de preço. Ela impacta margem, controle de risco e reputação operacional. 

Em um mercado que cresce, envelhece e se renova simultaneamente, fica evidente que a diferença entre lucro e prejuízo está na qualidade da informação utilizada. Dessa forma, decisões baseadas apenas em percepção podem gerar distorções relevantes.

Por isso, a Infocar aplica 25 anos de inteligência de dados veiculares para transformar a precificação agrícola em um processo técnico, estruturado e estrategicamente seguro. Dessa forma, a análise deixa de ser subjetiva e passa a ser orientada por dados consistentes e metodologia validada.

FAQ  

O que influencia o preço de uma máquina agrícola?
Região, uso, conservação, histórico operacional e demanda de mercado. 

A Tabela FIPE para máquinas agrícolas é suficiente para precificar corretamente? 

Não. Embora a FIPE forneça uma referência média nacional, ela não considera variáveis como intensidade de uso, conservação real, região, acessórios e histórico documental. Portanto, ela deve ser utilizada como ponto de partida, e não como valor final.

Existe histórico oficial de leilões agrícolas?
Atualmente, não existe uma base oficial consolidada no mercado. Dessa forma, aumenta a importância de dados estruturados e fontes confiáveis para reduzir riscos.

A vistoria técnica ajuda na precificação?
Sim. Além disso, ela fornece dados reais sobre condição, autenticidade e risco, tornando a análise mais segura e fundamentada.

Vale a pena estruturar um processo técnico de precificação no agro? 

Sim. O mercado está em expansão, com renovação acelerada até 2030 e crescimento do mercado secundário e de leilões. Quem dominar metodologia e inteligência de dados terá vantagem competitiva clara. 

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